Da Brasilândia para Brasília
Rodrigo Olegário para Deputado Federal | Vote PSOL 5028
Olegário nasceu e construiu sua história na Brasilândia. Há anos, trabalha ao lado da comunidade, articulando pessoas e buscando soluções para problemas que fazem parte da vida real.
Agora, esse corre precisa chegar aos espaços onde as leis, os recursos e as prioridades do país são decididos.

Quem é Olegário?



Olegário não chegou à Brasilândia. Ele parte dela.
Nascido e criado na Brasilândia, Olegário é filho de mãe solo, trigêmeo e parte de uma família de cinco irmãos.
Sua relação com o território não começou em uma eleição. Foi construída ao longo de toda uma vida, nas ruas, nas conversas, na cultura e no trabalho ao lado da comunidade.
Olegário é conhecido como o cara que faz o corre: alguém que escuta, articula pessoas, conversa com o poder público e procura caminhos para resolver problemas concretos.
Sua trajetória passa pela cultura, pela defesa de direitos, pela segurança alimentar e por mobilizações como o Brasilândia Cabeção. Também esteve na coordenação da Casa de Cultura e sempre enxergou a Brasilândia como um território capaz de produzir arte, audiovisual, trabalho, renda e oportunidades.
Mas existe um limite para enfrentar desigualdades uma demanda de cada vez.
A candidatura a deputado federal nasce como continuidade dessa história: permanecer perto dos problemas, mas chegar também aos lugares onde as decisões são tomadas.
A Brasilândia
Um território que tem muito a dizer ao Brasil.


São Paulo é uma das cidades mais ricas do país. Mesmo assim, o lugar onde uma pessoa mora ainda determina quanto da cidade, dos serviços públicos e das oportunidades chega até ela.
A Brasilândia trabalha, empreende, movimenta a economia, produz cultura e ajuda a construir São Paulo todos os dias. Mas ainda convive com desigualdades profundas no acesso à saúde, emprego, renda, mobilidade, infraestrutura e qualidade de vida.
A Brasilândia não pode ser lembrada apenas por aquilo que falta
Ela é feita de trabalhadores, comerciantes, artistas, coletivos, lideranças, famílias, jovens, iniciativas e pessoas que encontram soluções e constroem comunidade todos os dias.
O que acontece na Brasilândia também acontece em muitas outras quebradas de São Paulo e do Brasil. Por isso, falar da Brasilândia é falar sobre desigualdade, mas também sobre potência, criatividade, pertencimento e transformação.
No Mapa da Desigualdade de São Paulo de 2025, a Brasilândia apareceu na última posição do ranking geral entre os distritos analisados.
Isso não significa que falte força à Brasilândia.
Falta que toda essa força seja reconhecida, representada e acompanhada de investimento público.



O que defendemos
O CEP não pode determinar quais direitos chegam até você.
A principal proposta política de Olegário é enfrentar a desigualdade entre territórios.
Equidade territorial não significa pedir privilégios para a Brasilândia. Significa garantir que os bairros que trabalham, pagam impostos, produzem cultura e movimentam a cidade também recebam serviços, infraestrutura, investimento e oportunidades.
Essa proposta está organizada em seis frentes:

01. Saúde perto de casa
-
O funcionamento pleno e permanente da maternidade e da assistência obstétrica;
-
Mais especialistas e atendimentos de média e alta complexidade;
-
Equipamentos para exames, diagnósticos e tratamentos;
-
Mais ambulâncias e transporte sanitário;
-
Melhor integração entre as UBSs e o Hospital Municipal da Brasilândia;
-
Fiscalização dos recursos e dos serviços destinados à saúde.

02. Escola aberta e oportunidades para a juventude
-
O mapeamento e a reabertura de unidades fechadas ou subutilizadas, quando isso for tecnicamente possível;
-
Atividades de contraturno com esporte, música, teatro, leitura, tecnologia e audiovisual;
-
Bibliotecas, laboratórios, internet e equipamentos adequados;
-
Reforço escolar e educação de jovens e adultos;
-
Formação profissional e conexão com oportunidades de trabalho.

03. Trabalho e renda dentro do território
-
Cultura e audiovisual;
-
Alimentação e serviços;
-
Reciclagem e economia circular;
-
Obras, manutenção, energia e eficiência;
-
Economia do cuidado;
-
Pequenos negócios e fornecedores locais.

04. Cultura e audiovisual
-
Formação em câmera, som, iluminação, edição, roteiro e produção;
-
Estrutura compartilhada para gravação e edição;
-
Apoio a artistas, produtores e coletivos locais;
-
Um cadastro de profissionais e fornecedores do território;
-
Parcerias com produtoras, festivais e editais;
-
Incentivo para que produções realizadas na Brasilândia contratem profissionais da própria região.

05. Meio ambiente e justiça territorial
-
Mais ecopontos e conexão com cooperativas de reciclagem;
-
Geração de renda por meio da economia circular;
-
Investimentos em drenagem e prevenção de alagamentos;
-
Recuperação de áreas degradadas;
-
Arborização, sombra, microparques e áreas verdes;
-
Prevenção e monitoramento de áreas de risco;
-
Preparação para eventos climáticos extremos.

06. Mobilidade e direito à cidade
Tempo também é desigualdade.
Quando uma pessoa passa horas se deslocando, ela perde tempo de convivência, estudo, descanso, cultura e cuidado.
Olegário defende o acompanhamento das melhorias de mobilidade que chegam à região, incluindo a integração da Linha 6–Laranja, seus acessos, o entorno das estações e as oportunidades econômicas que podem surgir com essa transformação.

Como Olegário pretende fazer isso?
Um deputado federal não trabalha apenas criando leis.
O mandato pode combinar diferentes instrumentos para transformar propostas em resultados:
Emendas parlamentares
Destinação de recursos para equipamentos, projetos, obras e serviços públicos.
ARTICULAÇÃO
Diálogo com ministérios, programas federais, bancos públicos, Prefeitura, Governo do Estado e organizações da sociedade civil.
fiscalização
Acompanhamento de recursos, contratos, prazos, obras e serviços.
legislação
Criação e defesa de políticas nacionais que ajudem a reduzir as desigualdades entre territórios.
Dinheiro público precisa ter destino, critério e transparência.
Olegário propõe organizar:
-
Um mapa das principais necessidades do território;
-
Um banco de projetos aptos a receber recursos;
-
A definição pública de prioridades;
-
Um painel para acompanhar valores, destinos, etapas e resultados;
-
A participação da comunidade na construção e fiscalização do mandato.




Representação começa quando um território reconhece a força que tem.
A Brasilândia tem população, cultura, redes, lideranças, comerciantes, trabalhadores, jovens e força política.
Quando um território se organiza, ele deixa de depender apenas de representantes escolhidos longe de sua realidade.
A candidatura de Olegário nasce para transformar presença comunitária em representação política e representação política em mais projetos, recursos, conhecimento, oportunidades e poder para a comunidade.
Quem conhece o problema de perto também precisa participar das decisões.



.jpeg)


Como ajudar a campanha
Esse corre também pode ser seu.
Uma campanha popular é feita por muita gente.
Você pode ajudar de diferentes formas:




Da quebrada ao centro das decisões
Olegário é candidato porque acredita que a Brasilândia e as quebradas de São Paulo não podem continuar aparecendo apenas como destinatárias de decisões tomadas longe delas.
É hora de transformar história em representação, força comunitária em poder político e propostas em mudanças que possam ser acompanhadas pela população.
